Governo ucraniano usando áreas residênciais, hospitais e escolas como escudos na guerra

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Um relatório da Amnistia Internacional identifica constata diversas situações em que tropas ucranianas instalaram, em áreas civis como perímetros residenciais, hospitais e escolas.

Essa informação confirma não só o abuso, bem como a manipulação que a midia ocidental tem exercido em ocultar estes fatos, transformando a gestão do genocida e fantoche Zelenski num herói patriota.

Tácticas militares ucranianas põem em risco civis

mortes civis guerra ucrania
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Estabelecer bases militares e operar sistemas de armamento pesado em zonas civis, sem as evacuar previamente, constitui uma grave «violação do direito internacional», pondo desnecessariamente em risco a população civil ucraniana, conclui o relatório publicado ontem pela Amnistia Internacional.

Estas tácticas transformam as população em autênticos “alvos militares“, provocando a morte de cidadãos que não estariam, de outra forma, envolvidos nos combates. Os subsequentes ataques russos, direcionados contra as infraestruturas ocupadas pela Ucrânia, não deixarão de causar vítimas inocentes, injustificadamente.

Um padrão de guerra

Documentamos este padrão nas forças ucranianas, que põe em risco a população e viola as leis da guerra sempre que operam em zonas de densidade populacional“, afirma Agnès Callamard, secretário-geral da Amnistia.

Encontrar-se numa posição defensiva não isenta o exército ucraniano de assegurar” o cumprimento da lei e os seus deveres humanitários.

De entre as dezenas de casos identificados, os soldados ucranianos encontravam-se a vários quilómetros da frente de combate, “com várias alternativas viáveis, sem nunca pôr em risco vidas civis, à sua disposição“. A Amnistia Internacional não está a par, em nenhuma das situações, de qualquer iniciativa, tomada pelo exército ucraniano, para evacuar os edifícios em redor destas bases, más sim usando a população civil como escudos na guerra.

areas civis usadas como escudo conflito ucrania
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A Amnistia acusa a Ucrânia de demonstrar a sua «incapacidade de tomar todas as precauções viáveis para proteger os civis» nas situações verificadas. 

As instituições ucranianas não tardaram em responder às denúncias ontem tornadas públicas. O conselheiro presidencial Mykhailo Podoliak acusou a Amnistia, que frequentemente alinha com as posições condicentes com as dos interesses ocidentais, de “participar na campanha de desinformação e propaganda” russa, descrevendo o relatório como uma acção de descrédito de Moscovo. Nas suas redes sociais, o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano considerou o relatório da ONG: “injusto“.

Cobranças da Anistia

As reações do Governo ucraniano surgiram após a divulgação pública do relatório. O seu conteúdo, mais detalhado, foi entregue às instituições desse país a 29 de Julho, não tendo suscitado, até à data da publicação, qualquer tipo de reação.

Exército ucraniano ocupa escolas e hospitais, provocando baixas civis desnecessárias.

Investigadores da Amnistia Internacional identificaram cinco ocasiões em que forças ucranianas transformaram hospitais (em funcionamento) em bases militares activas; a mesma situação foi testemunhada em 22 escolas destas regiões (entre as 29 visitadas pela ONG).

A utilização de hospitais e escolas para fins militares é uma violação flagrante do direito internacional“.

Fonte: Abril

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